Flávio Bolsonaro disse que usará a maioria no Congresso para “mudar a Constituição”.
Foi em 6 de outubro de 2026. No dia seguinte, afirmou respeitar a Constituição.
O que Flávio Bolsonaro disse, votou e propõe, e o que isso pode mudar na sua vida.
Foi em 6 de outubro de 2026. No dia seguinte, afirmou respeitar a Constituição.
Ele defende a anistia pelo Congresso ou, se não passar, um indulto assinado por ele como presidente. Em dezembro de 2025, disse que sua candidatura tinha “um preço” e ligou esse preço à anistia.
Anistia e indulto têm limites na Constituição e podem ser revistos pela Justiça.
São as ações contra leis e atos de governo. Foi por ações assim que o STF derrubou o orçamento secreto: R$ 16,5 bilhões em emendas de 2022, sem transparência sobre quem pediu e quem recebeu.
Flávio Bolsonaro votou por um tipo de contrato sem férias, 13º e FGTS. E é contra a proposta que acaba com a escala 6x1, a de seis dias de trabalho e um de folga.
Em entrevista em agosto de 2026, Flávio Bolsonaro evitou prometer que o mínimo continuará subindo acima da inflação.
O programa de Flávio Bolsonaro prevê cortar ministérios, cargos e despesas da máquina pública, sem dizer o valor total. Ele não cita corte no SUS; o risco é uma avaliação do movimento. Em 2022, o governo Jair Bolsonaro propôs cortar a verba do remédio gratuito.
Em 2013, ele chamou o programa de “bolsa-farelo”. Hoje o mínimo de R$ 600 está em lei, e mudá-lo depende do Congresso.