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Se você não escolhe, alguém escolhe por você.
Branco, nulo e abstenção não entram na conta de quem ganha.
E votar não é contrato de fidelidade: depois, você pode cobrar, criticar e mudar de opinião.
Para quem tem de 18 a 69 anos e sabe ler e escrever, o voto é obrigatório: quem não vota precisa justificar.
Se abster é legítimo. Mas, quando direitos adquiridos estão em risco, participar de forma crítica pode fazer a diferença na sua vida, sem pertencer a nenhum lado.
